EDUCAR SEM BULLYING

Amigos (as) leitores (as),

O bullying não é brincadeira. A violência na escola é um problema sério. Por esta razão, é preciso combatê-la.

Todos nós devemos valorizar a regra de ouro: "Trate os outros como você quer ser tratado", pois ninguém merece ser maltratado e não devemos tolerar maus tratos.

Convido você para fazer parte do "Educar sem Bullying". Somente juntos poderemos evitar este mal que ameaça as nossas vidas.


"Bullying nem pensar! Não deixe essa moda pegar!" Viva em paz!


Prof. Edilúcia

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Universidade Estadual da Paraíba começa 1º Encontro de Formação Continuada de Professores

A Universidade Estadual da Paraíba, através da Coordenação Institucional de Projetos Especiais (CIPE), realizou no último sábado (29), na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Luiz Gonzaga Burity, em João Pessoa, a aula pioneira do 1º Encontro de Formação Continuada de Professores, pólo de Ciências Humanas, coordenado pela professora Francisca Luseni Machado Marques. A iniciativa funciona como uma possibilidade de reciclagem de conhecimentos e aprimoramento profissional para professores de vários municípios paraibanos.

O evento, que acontece por meio de uma parceria etre a UEPB e a Secretaria de Educação do Governo do Estado, durou toda a manhã, reunindo inúmeros docentes da rede pública de ensino médio de João Pessoa e regiões circunvizinhas. Na primeira aula, os participantes discutiram o texto “O que é ser educador?”, de Rubens Alves.

Segundo a chefe do Departamento de História e uma das organizadoras do Encontro, professora Maria José Silva Oliveira, os próprios professores da UEPB estão sendo os responsáveis por ministrar as aulas, que estão divididas em oito sábados e terminarão no dia 17 de dezembro.
Redação iParaíba com Ascom

Tags: universidade estadual, aula pioneira, ciências humanas, professora, francisca luseni machado marques, uepb,
Fonte:http://www.iparaiba.com.br/noticias,207880,2,universidade+estadual+da+paraiba+comeca+1+encontro+de+formacao+continuada+de+professores.html

Paraíba será incluída no 'Rota Turística 101'


Os turistas que visitam a Paraíba terão, em breve, uma nova ferramenta para curtir o que há de melhor no Estado. É que o mapeamento dos atrativos turísticos do litoral de João Pessoa, que serão incluídos no projeto Rota Turística 101, está em fase final na região metropolitana de João Pessoa.

Segundo assessoria da Prefeitura de João Pessoa, esta semana os trabalhos estão sendo realizados da Ponta do Seixas até a praia do Bessa. "O projeto tem por objetivo inserir roteiros das cidades que estão às margens da rodovia BR-101 e interligam os estados da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte", informa a assessoria.

A etapa final do mapeamento dos atrativos do litoral é realizada por técnicos da Secretaria de Turismo de João Pessoa, (Setur), Empresa Paraibana de Turismo (PBtur) e Sebrae, através de um levantamento que inclui visitas às barracas, quiosques e restaurantes localizados na região.

Segundo a chefe de Formatação de Produtos Turísticos da Setur, Tércia Lima, está faltando apenas o mapeamento dos atrativos do Litoral Norte pessoense. “A previsão é concluir o trabalho até o final deste mês”, disse.

Levantamento – Os técnicos dos três órgãos aplicam um questionário com os proprietários dos estabelecimentos e atrativos turísticos abordando pontos importantes como segurança, higiene, capacidade de carga e acesso. As informações constarão no relatório e servirão de base para que o consultor/crítico possa classificar os equipamentos e verificar o que será preciso melhorar.

Na Paraíba, o projeto envolveu municípios localizados na divisa com Pernambuco (direção sul) e Rio Grande do Norte (direção norte). O roteiro na Paraíba teve inicio no Posto Fiscal do Estado – divisa com Pernambuco – cruzando Pitimbú e Conde, seguindo para João Pessoa e finalizando no Litoral Norte.

Modelo – O Rota Turística 101 vai seguir o modelo da Rota 233, criada pelo Governo de Pernambuco, e contempla 52 estabelecimentos comerciais, entre restaurantes, barracas de frutas, cafés, casas de queijos, tapiocarias e lojas de conveniências de 17 municípios de quatro regiões. Os guias gastronômicos já estão sendo distribuídos em todos os postos de informações da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur).


Augusto Magalhães, com Secom-JP
Fonte:R7

Advogada lança livro sobre Direito e Educação


A advogada e professora Terezinha Noronha faz o lançamento na próxima sexta, 4, ``as 19h00, no Casarão 34 (Praça Dom Adauto, 34 - Centro - João Pessoa) do livro "Reflexões Sobre o Direito e a Educação", de sua autoria.

Em 1994 a autora publicou “Práticas e Históricos Sobre a Delinqüência Juvenil”, seu primeiro livro. Na publicação atual, Terezinha Noronha propõe um debate público a respeito de temas como o Estatuto da Criança e do Adolescente, a disparidade de renda no país e os problemas que os jovens enfrentam no mercado de trabalho, entre outros temas de grande importância.

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) já completou sua maioridade, mais a compreensão e aplicação dos principais direitos por ele garantidos ainda permanecem como desafios a serem vencidos, pois é preciso a construção de políticas públicas nessa área. Através da educação o acesso dos jovens ao Ensino Fundamental teve um grande avanço em todo país, falta agora garantir qualidade. Quanto aos jovens, é preciso que se tenha coragem de mergulhar no mundo deles. A juventude brasileira é marcada por uma grande diversidade derivada das diferenças e desigualdades sociais que caracterizam nossa sociedade.

Os jovens brasileiros enfrentam problemas como a disparidade de renda, o acesso restrito a uma educação de qualidade , o desemprego, além das drogas , a gravidez na adolescência , a violência e o pouco acesso às atividades esportivas e culturais. "Aconselho portanto, aos jovens que unidos lutem pelos seus direitos , e que esses direitos sejam a prioridade para as novas gerações", destaca.

O envelhecimento da população brasileira é cada vez mais visível. Na chamada terceira idade as mulheres tendem a ter menos anos de estudo que os homens, e é justamente nessa defasagem na educação que atualmente as mulheres vêem buscando dar um novo sentido para suas vidas, e mais do que aprender a ler e escrever elas também procuram lidar de forma positiva com a velhice.


Fonte:http://www.portalcorreio.com.br/noticias/matler.asp?newsId=198039

Famílias de crianças assassinadas em escola de Realengo (RJ) recebem indenização

A Prefeitura do Rio de Janeiro confirmou nesta terça-feira (1º) que estão sendo pagas indenizações para os parentes das 12 crianças assassinadas pelo ex-aluno Wellington Menezes de Oliveira no colégio Tasso da Silveira, em Realengo, na zona oeste fluminense. O massacre ocorreu no dia 7 de abril desse ano e, além de 12 mortos, deixou outros 12 alunos feridos.

Segundo o governo municipal, os valores não podem ser divulgados a fim de evitar constrangimento para as famílias. Porém, há informações não oficiais de que as quantias superam R$ 200 mil para cada uma delas.

Os valores foram definidos a partir de um Termo de Ajustamento e Conduta (TAC), negociado pelo governo municipal com a Defensoria Pública Estadual e o Ministério Público Estadual. Apenas os parentes das vítimas fatais receberam o dinheiro --os familiares dos sobreviventes ainda esperam por uma nova negociação entre a prefeitura e os demais órgãos públicos envolvidos no assunto.
Antes da definição das indenizações, todos os familiares estavam recebendo uma ajuda de custo no valor de R$ 700. Tal benefício ainda não foi cancelado, segundo a Secretaria Municipal de Educação.

Procurada pelo UOL Notícias, a mãe de uma das crianças assassinadas afirmou que o dinheiro proveniente da indenização "daria para comprar uma boa casa, mas nunca poderá compensar a perda de uma filha". Ela elogiou o trabalho da Defensoria Pública e do Ministério Público na negociação com o governo municipal, mas diz que o poder público deveria se preocupar mais em melhorar a rede pública de educação.

"Não adianta nada indenizar se as escolas continuam precárias. O que aconteceu foi algo fora do normal, obra de um psicopata, mas eu espero que o poder público possa olhar para a educação com mais cuidado e atenção. O trabalho preventivo é muito mais eficaz", disse ela, que pediu para não ser identificada.

Em nota, a Secretaria Municipal de Educação afirmou que o governo municipal "vem realizando acordos com as famílias que perderam seus filhos ou que os filhos tiveram sequelas físicas decorrentes da tragédia de Realengo. Os acordos, no entanto, correm em segredo de Justiça, para proteção das respectivas famílias".

Além da ajuda de custo, os parentes das 12 vítimas fatais recebem da prefeitura "complemento alimentar, apoio psicológico e encaminhamentos para consultas na área de saúde para todos os membros das famílias vitimizadas", segundo a nota.

De acordo com a coordenadora do Núcleo de Fazenda Pública da Defensoria Pública Estadual, Fernanda Garcia, a própria prefeitura demonstrou interesse em definir o valor das indenizações o mais rápido possível. A defensora afirmou que todos os parentes já receberam o dinheiro.

“Depois que o prefeito solicitou que a Defensoria representasse as famílias das vítimas, em menos de um mês definimos o valor através de um estudo criterioso, através da análise de outros casos semelhantes. A quantia foi aceita pelas famílias e nós formalizamos com o governo municipal. Todos os familiares das vítimas que tiveram óbito já receberam o dinheiro.”

Segundo Garcia, a Defensoria Pública agora espera pelo resultado das perícias médicas que serão realizadas com as crianças que sobreviveram ao massacre para definir os valores das indenizações. Cada vítima receberá uma determinada quantia de acordo com a gravidade das sequelas físicas e/ou psicológicas provocadas pela tragédia.

"O município iniciou o processo para quantificar esse auxílio material que cada sobrevivente receberá, mas nós ainda precisamos esperar o resultado da perícia médica. Mas as quantias não serão iguais. Cada caso será analisado individualmente e os valores vão depender: se houve sequela para o resto da vida ou apenas um dano estético, por exemplo. Assim que o município concluir o trabalho pericial, em três ou quatro dias nós estudaremos e vamos concluir quais serão os valores", disse.
Ajuda de custo
Há quase três meses, uma audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, em Brasília, trouxe a público algumas reivindicações e reclamações da Associação Anjos de Realengo, composta por parentes das vítimas da tragédia.

A maioria relatou para os deputados federais a dificuldade de reinserção na vida escolar dos adolescentes que sobreviveram ao massacre, mas ainda não se recuperaram totalmente. A deputada Liliam Sá (PR-RJ) chegou a acusar a Prefeitura do Rio e o governo estadual de não cumprirem com as promessas de auxílio financeiro feitas depois da chacina.

No entanto, a presidente da associação, Adriana Maria da Silveira Machado (mãe da estudante Luisa Paula da Silva, que morreu na tragédia), afirmou ao UOL Notícias que não existiam divergências em relação ao auxílio financeiro pago pela prefeitura após o massacre.

Segundo a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, a ajuda de custo era de R$ 700.

A tragédia
Em 7 de abril, por volta de 8h30, Wellington Menezes de Oliveira entrou na escola Tasso da Silveira, em Realengo, dizendo que iria apresentar uma palestra. Já em uma sala de aula, o jovem de 23 anos sacou a arma e começou a atirar contra os estudantes. Segundo testemunhas, o ex-aluno da escola queria matar apenas meninas.

Wellington deixou uma carta com teor religioso, onde orientava como queria ser enterrado, e deixou sua casa para uma associação de proteção de animais.

O ataque, sem precedentes na história do Brasil, foi interrompido após um sargento da Polícia Militar, avisado por um estudante que conseguiu fugir da escola, balear Wellington na perna. De acordo com a polícia, o atirador se suicidou com um tiro na cabeça após ser atingido. Wellington portava duas armas e um cinturão com muita munição.

Doze estudantes morreram --dez meninas e dois meninos-- e outros 12 ficaram feridos no ataque.
Fonte:http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/11/01/familias-de-criancas-assassinadas-em-escola-de-realengo-rj-recebem-indenizacao.jhtm

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Prefeitura inicia aplicação de provas do programa Escola Nota 10


Prefeitura inicia aplicação de provas do programa Escola Nota 10
31 out 11
Começaram nesta segunda-feira (31) as etapas de aplicação das provas do programa Escola Nota 10. A avaliação, realizada pela Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), por meio da Secretaria de Educação e Cultura (Sedec), acontece até esta terça-feira (1º), nos turnos manhã e tarde, com a participação de 8.327 alunos do Ensino Fundamental I e 6.699 do Fundamental II da rede municipal de ensino. O horário previsto para aplicação das provas é de 8h30 e 14h30.
Na primeira etapa, realizada nesta segunda, serão avaliados os alunos do Fundamental I, que corresponde ao 3º, 4º e 5º ano. As provas constam de 10 questões, sendo cinco de matemática e cinco de português.

Já os alunos do Fundamental II (7º, 8 º e 9º ano) responderão 10 questões de português, 10 de matemática e cinco de inglês, ciências, geografia e história. Os alunos só poderão sair da sala de aula após duas horas do início da prova.

“Com o resultado dessas provas nós poderemos verificar e avaliar o desempenho do aluno durante todo o ano letivo. É aí também onde poderemos avaliar o desempenho do professor, a qualidade do ensino”, disse a diretora de Gestão Curricular (DGC), Célia Peregrino.

Escola Nota 10 – O programa tem como objetivo incentivar o desenvolvimento da educação pública municipal por meio da premiação com o selo Escola Nota 10 e da implantação do 14º salário para os funcionários das unidades. Esses servidores terão que atingir 100% de êxito em duas etapas: nas avaliações de gestão escolar e de aprendizagem dos alunos.

O programa é resultado de um decreto de lei municipal, no qual foi instituído e normatizado o Índice de Excelência em Educação, formado a partir dos indicadores de avaliação da aprendizagem e da gestão escolar nas escolas municipais de Ensino Fundamental.

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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

PMJP realiza exames na Semana do Servidor pela campanha Outubro Rosa

PMJP realiza exames na Semana do Servidor pela campanha Outubro Rosa
26 out 11
Na Semana do Servidor, a Prefeitura de João Pessoa intensifica a campanha Outubro Rosa, de prevenção ao câncer de mama, realizando exames clínicos com mastologistas. A ação acontece nesta quinta-feira (27), na sala de enfermagem do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), no Centro Administrativo Municipal (CAM), em Água Fria.

A iniciativa está sendo coordenada pelas Secretarias de Políticas Públicas para as Mulheres, Saúde e Comunicação, e é destinada para as servidoras acima de 40 anos ou que apresentem nódulos mamários.

Segundo a secretária de Políticas Públicas para as Mulheres, Nézia Gomes, o objetivo é chamar a atenção para a realidade atual do câncer de mama e a importância do diagnóstico precoce. “Neste dia estarão disponíveis médicos especialistas, e as mulheres atendidas, dependendo do caso avaliado, serão encaminhadas para acompanhamento no Centro de Atenção Integral à Saúde (CAIS)”, disse a secretária.

Durante toda esta semana, várias atividades estão acontecendo em comemoração à Semana do Servidor, no CAM e no Paço Municipal. O encerramento das atividades acontece nesta sexta-feira (28), no Sesc Gravatá, localizado no bairro de Valentina, onde está programada uma série de atividades culturais e educativas e o show com a banda Capim Cubano.

Outubro Rosa – O movimento internacional popular conhecido como Outubro Rosa remete a luta contra o câncer de mama, estimulando a participação de empresas, organismos públicos e entidades. O movimento começou nos Estados Unidos, onde vários estados tinham ações isoladas referente ao câncer de mama e ou mamografia no mês de outubro. Posteriormente, com a aprovação do Congresso Americano, outubro se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama.

Em João Pessoa, várias empresas e organismo aderiram à campanha realizando ações e colorindo prédios com a cor rosa. Na Prefeitura de João Pessoa, também o tom rosa está presente na Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes e no Paço Municipal.

o ciclo da água