EDUCAR SEM BULLYING

Amigos (as) leitores (as),

O bullying não é brincadeira. A violência na escola é um problema sério. Por esta razão, é preciso combatê-la.

Todos nós devemos valorizar a regra de ouro: "Trate os outros como você quer ser tratado", pois ninguém merece ser maltratado e não devemos tolerar maus tratos.

Convido você para fazer parte do "Educar sem Bullying". Somente juntos poderemos evitar este mal que ameaça as nossas vidas.


"Bullying nem pensar! Não deixe essa moda pegar!" Viva em paz!


Prof. Edilúcia

sábado, 12 de maio de 2012

PALESTRA SOBRE BULLYING NO MATHIAS

















Palestra realizada no dia 08 de abril de 2012 na Escola Mathias Freire com a participação do Professor Fernando Andrade que abordou o tema bullying de forma clara e didática.
Agradecemos a participação do Professor Fernando, dos pais, professores, funcionários e todos que colaboraram para o sucesso da Palestra.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

CARAVANA CONTRA O TRABALHO INFANTIL

Caravana do nordeste contra o TRABALHO INFANTIL
Agenda da Paraíba
07 a 11 de maio

07 de Maio - Evento: Oficina de Construção Coletiva: Carta da Paraíba contra o Trabalho Infantil.

Objetivo: Realizar oficina sobre a temática “trabalho infantil” e “participação política”, culminando com a elaboração de uma carta contendo as propostas a serem apresentadas a autoridades públicas nas diversas atividades da Caravana.
Local: Clube Cabo Branco - João Pessoa
Horário: 8h00 às 17h00
Participantes: 60 adolescentes protagonistas do estado.
Oficineiros: Rosinete Veloso, Maria do Socorro Belisario Lacerda e Williams da Penha Silva
Responsável: Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção ao Trabalhador Adolescente na Paraíba – FEPETI/PB
Parcerias: Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (CEDCA), Secretaria de Estado de Desenvolvimento Humano (SEDH/PETI), Rotary Club de João Pessoa Norte

09 de Maio - Evento: Audiência Pública

Objetivo: Sensibilizar os atores do SGD para promoverem e/ou apoiarem ações de enfrentamento ao trabalho infantil; Debater propostas que subsidiem e demandem a implementação de políticas públicas de enfrentamento ao trabalho infantil;
Local: Auditório Des. Francisco Floriano da Nóbrega Espínola - Fórum Cível da Capital.
Horário: 14h00
Participantes: Atores do Sistema de Garantias de Direitos
Responsável: Procuradoria Regional do Trabalho 13ª Região e FEPETI/PB
Parcerias: Coordenadoria da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça da Paraíba (COINJU/TJPB)

10 de maio - Evento: Audiência com o Governador Ricardo Vieira Coutinho

Objetivo: Buscar o compromisso do Estado no co-financiamento de recursos para implementar ações de enfrentamento ao Trabalho Infantil e definição de metas para erradicar o trabalho infantil,
Local: Salão Rosa do Palácio da Redenção
Horário: 16h00
Participantes: adolescentes protagonistas, representantes do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), Organização Internacional do Trabalho (OIT), Fundação Telefônica, O Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção ao Trabalhador Adolescente na Paraíba (FEPETI/PB).
Responsável: FEPETI/PB

11 de maio - Evento: Caravana de Erradicação do Trabalho Infantil

Objetivo: Mobilizar estudantes das escolas públicas e privadas de João Pessoa e de grupos do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) e ProJovem de diversos municípios da Paraíba, para promover ações visando sensibilizar a sociedade sobre os malefícios do trabalho realizado precocemente e fora dos parâmetros legais possibilitando o despertar de agentes multiplicadores da ideia.
Local: Ginásio Poliesportivo do Colégio Marista Pio X - Praça da Independência, 150, Centro - João Pessoa/PB
Horário: 8h00 às 11h00
Participantes: 1500 estudantes da Rede de Ensino Pública e Privada
Responsável: FEPETI/PB
Parceiras: Colégio Marista Pio X, Secretaria de Estado de Educação e Secretaria de Estado de Desenvolvimento Humano, Prefeitura Municipal de João Pessoa/Secretaria de Educação/Secretaria de Desenvolvimento Social, Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (CEDCA), Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de João Pessoa (CMDCA), Instituto Alpargatas.

sábado, 5 de maio de 2012

Bullying: Justin Bieber revela ter sido vítima



O cantor canadense Justin Bieber revelou, durante entrevista, que foi vítima de bullying de seus colegas de escola, antes de ser famoso. O pop star de 18 anos, que foi uma das celebridades que apoiaram o documentário Bully, falou sobre o seu calvário, afirmando que é hora de tomar uma posição contra estas pessoas que insistem covardemente em torturar e intimidar os outros.

"Eu era maltratado. A maioria das pessoas passam por isso em algum momento, eu acho que agora é o momento das pessoas promoverem uma mudança. Na maioria das vezes, os diretores [de escola] deixam barato, os professores deixam barato, os outros alunos deixam barato... Eu acho que Bully é muito poderoso e pode ajudar a mudar muitas vidas."

Justin acrescentou:

"Se você testemunhar ou for vítima de bullying, denuncie, porque muitas vezes, isso acontece não só com palavras e se você ficar calado, só perpetuará o problema ainda mais."


Fonte: http://www.bullying.pro.br/index.php?option=com_content&view=article&id=326:bullying-justin-bieber-revela-ter-sido-vitima-&catid=1:latest-news

CONVITE

CONVITE
A ESCOLA MATHIAS FREIRE CONVIDA OS PAIS, PROFESSORES, FUNCIONÁRIOS E COLABORADORES DA COMUNIDADE ESCOLAR PARA PARTICIPAREM DE UMA PALESTRA SOBRE O BULLYING.

A ESCOLA VEM DESENVOLVENDO DESDE 2009 UM TRABALHO INTENSIVO DE COMBATE AO BULLYING, POR ISSO A PARTICIPAÇÃO ATIVA DE TODOS É FUNDAMENTAL NESTE PROCESSO DE PREVENÇÃO AO BULLYING.

A PALESTRA SERÁ REALIZADA NO DIA 08 DE MAIO( TERÇA-FEIRA) NA NOSSA ESCOLA AS 19:00hs.
CONTAMOS COM A PARTICIPAÇÃO DE TODOS!

A UNIÃO FAZ A FORÇA! PARTICIPE!

AGRADECE A DIREÇÃO!

Nem Tudo é Bullying

NEM TUDO É BULLYING



Cleo Fante

Especialista em Bullying



Nunca se falou tanto em bullying como nos últimos tempos. Apesar de ser uma forma de violência antiga quanto à própria escola, o tema vem sendo discutido à exaustão. Sem dúvida, o problema é extremamente preocupante e deve ser debatido nas diversas esferas e à luz das diversas ciências. No entanto, milhares de crianças e adolescentes continuam a seenvolver no fenômeno, que parece não ter solução.

Talvez, o grande entrave em nosso país seja a escassez de pesquisas e de estudos científicos - capazes de gerar conhecimento sobre o assunto -, o que tem comprometido o entendimento e o desenvolvimento de ações efetivas para o enfrentamento e erradicação do problema.

Bullying não é isso que muitos estão a divulgar. Não se trata de brincadeiras inconvenientes, conflitos ou ofensas pontuais, que resultam em mágoa ou raiva passageira. Trata-se de violência gratuita, persistente e cruel.

Levantamento de dados que realizamos, com 1.028 matérias divulgadas na Internet - alerta Google -, em 2011, contendo relatos de casos de bullying, revelou um dado extremamente preocupante: 60% dos casos apresentam equívocos na interpretação, devendo ser descartados de situações de bullying.

Mais preocupante, ainda, é a questão do material didático - livros, cartilhas, manuais, vídeos, jogos -, que vem sendo distribuído no mercado. A maioria deles, sem qualquer embasamento científico e repleto de informações e exemplificações equivocadas, trata o tema de forma superficial e apresenta estratégias simplistas, como se erradicar o bullying fosse tarefa fácil. Até o personagem bíblico, Noé - sim, aquele que construiu a arca -, o cientista Albert Einstein, o jogador Ronaldo Nazário, a universitária Geisy Arruda, o político Roberto Requião, a cantora Adele, Luan Santanaq e muitos outros, são citados como vítimas de bullying.

O desconhecimento, a precipitação na análise e divulgação de casos tem colaborado para a generalização e banalização do problema.

O termo bullying deve ser empregado para tipificar comportamentos agressivos ou violentos entre pares. Ocorre quando um estudante ou vários deles- fazendo uso de sua força física ou poder - elege outro(s) como alvo de chacotas, humilhações, ameaças, perseguições, espancamentos, calúnias, dentre outras formas de abusos. O alvo é exposto à opressão de forma gratuita, repetitiva e intencional, resultando em prejuízos, muitas vezes irreversíveis. É mais comum a identificação do bullying no ambiente escolar, embora também ocorra em outros espaços fora da escola, onde os estudantes frequentam. Ambientes virtuais, escolas de idiomas, de futebol, academias, shoppings, clubes recreativos, condomínios residenciais, dentre outros. Entretanto, sua maior incidência, atualmente, é no espaço virtual - cyberbullying -, devido à falsa sensação de anonimato e impunidade, por parte do autor, bem como de muitas vítimas que acabam por reproduzir o que sofrem.

Por causa do bullying, estudantes deixam de frequentar as aulas, mudam de escolas ou desistem de estudar. Devido ao medo ou vergonha da exposição, se retraem ou se isolam dos demais, comprometendo a saúde mental e o processo sócioeducacional.

Apesar da gravidade e urgência na busca de soluções, capazes de conter e prevenir o bullying, é preciso lembrar que existem outras formas de violências - tão graves quanto o bullying -, que não devem ser relegadas ou negligenciadas nas escolas, se queremos construir uma educação para a cultura de paz.
Fonte:http://www.bullying.pro.br/index.php?option=com_content&view=article&id=260

segunda-feira, 16 de abril de 2012

PMJP abre inscrições para fórum dos Direitos da Pessoa com Deficiência


segunda-feira, 16 de abril de 2012PMJP abre inscrições para fórum dos Direitos da Pessoa com Deficiência


A Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), através da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), abre nesta segunda-feira (16) o processo de inscrição do III Fórum Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência de João Pessoa/PB, que irá se realizar nos dias 3 e 4 de maio, na Fundação Centro Integrado de Apoio ao Portador de Deficiência (Funad). Os interessados devem procurar o Setor de Divisão da Política de Atenção à Pessoa com Deficiência (Dipaped), no prédio da Secretaria localizado na Rua Santos Dumont, 80, no horário de 8 às 18 horas. As inscrição vão até a quinta (19). O III Fórum tem como slogan: “Um Olhar Através da Convenção Sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência, da ONU: Novas Perspectivas e Desafios”, tomando como base o Decreto Legislativo nº 186/2008, com o foco em quatro eixos temáticos: 1- Educação, Esporte, Trabalho e Reabilitação Profissional; 2 – Acessibilidade, Comunicação, Transporte e Moradia; 3 – Saúde, Prevenção, Reabilitação, Órtose e Prótese e 4 – Segurança, Acesso à Justiça, Padrão de Vida e Proteção Adequados.
O evento tem como finalidade a análise dos obstáculos e avanços da Política Municipal para a Integração da Pessoa com Deficiência, segundo a Convenção que é um Tratado Direito Internacional, que surgiu para promover, defender e garantir condições de vida com dignidade e a emancipação dos cidadãos e cidadãs do mundo que apresentam alguma deficiência.
No âmbito municipal, objetiva possibilitar o amplo debate sobre as questões significativas para a inclusão ativa da pessoa portadora de deficiência no processo de desenvolvimento do país, balizando a atuação das diferentes políticas públicas e os avanços necessários para suas adequações. O evento irá gerar um documento para ser levado ao Fórum Regional de João Pessoa, cuja realização será no dia 25 de maio, na Funad.
Sensibilidade – O III Fórum deverá reunir 150 participantes, entre sociedade civil, governos e trabalhadores, segundo a diretora da Dipaped, Rosângela Costa Assunção, que é membro da Comissão Organizadora do evento. Durante os dois dias, os participantes debaterão temas específicos, de forma a sensibilizar os governos municipal, estadual e federal, para as questões referentes à pessoa com deficiência, no tocante à sua inclusão qualificada no processo de desenvolvimento do país.
Rosângela destacou que o Fórum é um espaço amplo de debate democrático, que proporcionará aos órgãos governamentais e a sociedade uma avaliação da Política Pública da Pessoa com Deficiência no município de João Pessoa. “Vamos gerar um documento que irá refletir a realidade das políticas públicas e avançar nos debates deste segmento. Venha e participe, a pessoa com deficiência que não se expõe, não impõe”, concluiu.
A comissão Organizadora é formada pelas Secretarias Municipais de Desenvolvimento Social, Educação, Saúde, Associação de Cegos da Paraíba (Apace); Assessoria e Consultoria para o Social (ACSocial) e Associação Atlética dos Portadores de Deficiência da Paraíba (AAPPB).
Confira abaixo a programação do Fórum.
Dia 03/05/20128h – Credenciamento9h – Abertura Oficial9h10 – Apresentação Artística – Beto Melo;9h30 – Leitura e Apresentação do Regimento Interno10h15 – Painel 1: Tema do Fórum – Palestrante – Hellosmam Oliveira12h – Intervalo para o almoço13h30 – Apresentação Artística “ Somos Iguais” – APAE/JP14h – Trabalho em grupo: discussão Sobre os Eixos Temáticos:Grupo 1 – Educação, Esporte, Trabalho e Reabilitação Profissional;Grupo 2 – Acessibilidade, comunicação, Transporte e Moradia;Grupo 3 – Saúde, Prevenção, Reabilitação, Ótese e Prótese;Grupo 4 – Segurança, acesso à Justiça, Padrão de Vida e Proteção Social Adequados
Dia 04/05/20129h – Aprtesentação Artística9h30 – Apresentação e votação das propostas dos trabalhos em grupos sobre os eixos temáticos;11h30 – Votação das Moções12h30 – Intervalo para o almoço13h45 – Apresentação Artística14h30 – Eleição para escolha dos 16 delegados ( 08 governamentais e 08 não governamentais) para o Fórum Regional de João Pessoa, que será realizado no dia 25/05/2012 das 8h às 17h30, na Funad.16h – Encerramento com apresentação artística


Fonte: ASCOM/PMJP

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Aluno alvo de disparos em escola na Paraíba quer parar de estudar


Nesta quinta-feira (12) a escola estadual Enéas Carvalho em Santa Rita, região metropolitana de João Pessoa, que foi cenário de um tiroteio na tarde da quarta-feira (11), estava funcionando normalmente. No entanto, várias mães estiveram na instituição para solicitar a transferência dos seus filhos para outras escolas.

Na quarta-feira dois adolescentes fardados entraram no colégio e um deles disparou seis tiros. Três alunos ficaram feridos. Um deles, um estudante de 15 anos que foi baleado, segundo a polícia, era alvo do atirador e disse ao G1 que está pensando em parar de estudar.

Após prestar depoimento no Núcleo de Homicídios em Santa Rita, o adolescente de 15 anos disse que discutiu com o atirador de 16 anos dias antes do atentado. Ele disse ainda que os dois suspeitos são alunos da escola. Os familiares da vítima disseram que estão há um mês na Paraíba, mas já pensam em retornar para o Rio de Janeiro.

Os suspeitos de 16 e 13 anos de idade foram detidos no final da manhã desta quinta-feira em Santa Rita. A arma utilizada no crime não foi encontrada.

A diretora da instituição, Maria Lúcia Cabral, explicou que nesta quinta-feira, antes das aulas começarem, a direção fez uma pequena reunião com os representantes de sala e passou algumas orientações para os estudantes repassarem aos colegas de turma. “Estou muito triste com tudo isso que aconteceu”, disse a diretora.
A professora de português Jaqueline que trabalha há 11 anos na escola estadual Enéas Carvalho disse ao G1 que os alunos estavam assustados. “Estão perguntando sobre o que aconteceu. Qualquer barulho eles acham que é tiro. Estão com medo”, disse a professora.

É o caso de uma das filhas da doméstica Maria Amanso da Silva que estava na escola no momento do tiroteio. Assustada com o que aconteceu, a adolescente de 14 anos pediu para mãe ir à escola e solicitar a mudança de turno. Sobre o receio da filha, a doméstica disse que a instituição é segura e que o atirador entrou fardado se passando por aluno. Ela disse também que tem certas coisas que não podem ser evitadas. “Pode acontecer até pior, mas a gente tem como evitar?”, disse.Diferente da doméstica, Maria José de Lima Melo, que também é mãe de alunos, disse que não quer mais os filhos na escola. Ela foi nesta quinta-feira solicitar a transferência dos filhos para uma outra instituição de ensino em Santa Rita. “Pisaram na minha filha durante a correria e ela se machucou. O meu filho de 15 anos foi ameaçado dentro da escola. Meu filho não quer mais ficar aqui. Ele está traumatizado”, disse Maria José que tem três filhos no colégio. Para ela, a solução para a insegurança seria revistar os alunos na entrada da escola.

De acordo com a direção, atualmente a escola conta com 2.998 alunos nos três turnos e apenas cinco inspetores. A diretora Maria Lúcia Cabral disse que está recebendo orientação da Secretaria da Educação para implantar estratégias para evitar que episódios semelhantes ocorram novamente.

“Estamos pensando também em colocar crachás em cada aluno”, disse a diretora que ainda não tinha o número aproximado de solicitações de transferências e mudança de turno dos alunos.

Fonte: G1